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Convocamos os Senhores Associados a participarem da Assembléia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 08/11/2007, no Salão de Festas do Condomínio do Edificio De Laurentiis situado no número 155, às 19:30 horas em primeira convocação, com um terço dos associados presentes ou às 20:00 horas, em segunda e última convocação com qualquer número de associados presentes, para tratar da seguinte ordem do dia:
  1. Leitura da Ata da Assembléia realizada no dia 29/10/2007;
  2. Eleição do Presidente da Associação, em virtude da renúncia do Sr.Henrique na Assembléia Geral Extraordinária realizada no dia 29/10/2007;
  3. Escolha dos Diretores Financeiro e de Comunicação, que colocaram seus cargos à disposição na referida Assembléia;
  4. Submeter à apreciação e aprovação da proposta idealizada pelo Sr Síndico do Condomínio Roselini, Prédio número 95, de suspensão de pagamento da contribuição pelos Condomínios até junho de 2009;
  5. Submeter à apreciação e aprovação da eliminação dos Associados que se mudaram sem deixar endereço para contato;
  6. Assuntos Gerais.
Mario Colombo
Presidente Interino
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População de Rua Invade a Tijuca ____________________________________________________

A quantidade de menores (nem sempre tão menores) aumentou consideravelmente após os festejos natalinos e de fim de ano, povoando ruas - nas proximidades dos sinais de trânsito - praças e passagens obrigatórias de pedestres. Nestes locais acontece de tudo: malabarismos com bolinhas, limpeza (?) de parabrisas, venda de frutas, biscoitos, refrigerantes, lenços de papel, capas para celulares, panfletagem e esmolagem pura e simples.

Nos semáforos, são hordas de menores que, mal o sinal se torna vermelho, cercam os motoristas com abordagens variadas, fazendo com que estes se sintam inseguros e receiosos diante da possibilidade de sofrerem um ato violento acobertado por uma falsa mendicância.

Nas praças e passagens de pedestres, famílias inteiras simplesmente ocupam os locais impedindo o livre trânsito de pedestres e, por vezes, ameaçando crianças ou idosos que se negam a conceder esmolas. Além disso, os panfleteiros e ambulantes dispõem seus produtos nesses pontos formando um verdadeiro "corredor polonês", por onde os pedestres se espremem para poder passar.

Os locais mais críticos e visíveis a qualquer passante (mas invisíveis para as autoridades) são:

  • esquina da Av Maracanã com a Rua Major Ávila, bem próximo à sede da Subprefeitura da Tijuca.
  • passagem ao lado da Praça do MacDonald´s, único acesso à R. Eng. Enaldo Cravo Peixoto aos domingos e feriados.
  • sinal de trânsito na R. Barão de Mesquita, entre o Off-Shopping e o Bar Sheik.
  • travessia na R. Eng. Enaldo Cravo Peixoto que dá acesso ao Shopping Tijuca.
A AMECAPE espera que a prometida ordenação urbana, promessa não cumprida pelo Governo Municipal, enfim se faça presente na Tijuca.
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Notícias e Serviços
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Responda Rápido
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  • Para que serve a Prefeitura do Rio de Janeiro?
  • Para que servem as Subprefeituras?
  • Para que servem as Administrações Regionais?
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http://www.amecape.org.br
Sede Provisória: R. Eng. Enaldo Cravo Peixoto 185
CEP 20511-230 - RJ Tel: (21) 2565-6458
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Barulho no Bar Kilocal ____________________________________________________
O bar KILOCAL continua a promover reuniões quase todas as noites permitindo que seus frequentadores ali permaneçam em algazarra, acompanhada de gritos, discussões, cantorias, a partir das 23:00 horas e prolongando-se, não raro, até as 03:00 horas.

Como se isso não bastasse, as multidões que se aglomeram no beco que dá acesso à nossa rua, única via disponível nos finais de semana, dificultam o acesso dos moradores os quais, às vezes, ouvem grosserias que lhes são dirigidas pela malta que ali permanece bebendo e gritando palavrões a cada lance mostrado nas telas das TV.

Recentemente, a música ao vivo voltou a ser executada em volume reduzido, porém, sabemos que isto assim se mantém apenas no início. Aos poucos o volume é aumentado até a limites insuportáveis.

Lembramos, por outro lado, que a argumentação utilizada para justificar o abuso desse bar é a de que sua presença, mesmo incômoda, aumenta a segurança dos moradores da rua. Nada mais falso. Os freqüentadores do bar Kilocal e suas atitudes de desrespeito e agressividade nos causa impressão justamente contrária. Assim, entendemos que o preço cobrado por essa falsa segurança é excessivamente alto. Não queremos, obrigado.

Não somos contra a diversão das pessoas, mas isto deve ser feito em locais apropriados, em recintos fechados como manda a lei. O que não se pode tolerar é o abuso de pessoas que não reconhecem seus limites, infringem as leis existentes, invadem um espaço residencial, e procuram fazer dele um espaço sem lei, atraindo para o local freqüentadores mal-educados e que aqui não residem.

Denúncias semelhantes já foram encaminhadas à Ouvidoria sob o título Poluição Sonora em 23/12/2002 número de Registro CLF nº 87194, em 05/01/2003 número de registro CLF 88699, em 01/02/2003 número de registro 95722, em 22/03/2003 número de registro 108134, em 03/04/2003 sob o número de registro 111477. Até agora nenhuma ação concreta foi tomada pelos órgãos mencionados, e os abusos continuam.

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Poluição Sonora e Ouvidoria Municipal
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Teoricamente, qualquer cidadão pode apresentar suas denúncias através da página http://www.rio.rj.gov.br/clf/ que é apropriada para receber e encaminhar queixas e reclamações. No caso de abuso sonoro, as queixas podem ser veiculadas também pelo Disque-Barulho no telefone 2503-2795. Tudo isso está informado no portal da Prefeitura na Internet.

No entanto, vejam o que de fato acontece com o cidadão quando busca o auxílio do governo municipal para resolver assuntos que são da exclusiva atribuição do município fiscalizar e coibir. Lembramos, ainda, que a linda página da Prefeitura na Internet, bem como a legião de fiscais e auditores do município, devem ser regiamente pagos, mas que de nada servem ao contribuinte quando busca seus direitos.

Em resposta à última das denúncias apresentadas acima à Ouvidoria Municipal recebemos a seguinte:

"Prezado Senhor,
Enviamos para seu conhecimento, parecer técnico do nosso Escritório sobre o Estabelecimento.
O Kilocal permanece sob fiscalização pois anteriormente tinha música mecânica. Não tem sido constatada nenhuma irregularidade dentre aquelas que são da competência da fiscalização da SMAC. Esclarecemos que a legislação vigente determina as fontes ruidosas que são objeto da fiscalização da SMAC, tais como obras, sistemas mecânicos de exaustão e apresentações de música ao vivo em bares e clubes.

Mais uma vez, o que o solicitante reporta é caracterizado como perturbação de ordem pública. Nestes casos de algazarra, gritos e brigas deve ser chamada a polícia. A SMAC não tem atribuição sobre a situação descrita".
Ouvidoria da Prefeitura - SMAC

Assim, embora a música ao vivo continue - atribuição da SMAC - nossos zelozos servidores municipais lavam as mãos e recolhem-se prazerosamente às suas funções burocráticas de repartição à espera do próximo e gordo salário já garantido por nós, os contribuintes sem vez.

Por isso, recomendamos a leitura do artigo HOSTIL À INTELIGÊNCIA, escrito pelo jornalista Berilo Neves e transcrito neste portal, que retrata fielmente o abandono da população carioca pelas autoridades municipais.